Meu filho precisa de psicólogo? Conheça 8 sinais que indicam

Diferentemente dos adultos, as crianças e os adolescentes, normalmente até os 14 anos, ainda não sabem expressar seus sentimentos, os quais podem representar problemas mais delicados que precisam da atenção de profissionais, como dos psicólogos. Devido essa dificuldade, https://qualimedisaude.com.br/grupo_especialidades/psicologia/">a psicóloga da QualiMedi Saúde Katherine Pohl, mestre em psicologia pela Universidade Federal de Uberlândia, selecionou os principais sinais que indicam que seus filhos podem precisar de um psicólogo.
1- “Meu filho faz xixi na cama, já fiz de tudo e não consigo identificar o motivo” “Falta de controle da urina, dificuldade para dormir, problemas intestinais - quando não diagnosticados por uma origem física - podem ser manifestações de dificuldades emocionais”, explica https://qualimedisaude.com.br/grupo_especialidades/psicologia/">Katherine Pohl.
2- Mudanças de humor De acordo com Pohl, se seu filho está sempre irritado, bravo, pessimista, a avaliação do profissional pode indicar se existe sofrimento emocional, se ele está com dificuldades de lidar com frustrações e precisa desenvolver recursos para isso, ou se trata de um caso de Distimia, um distúrbio psicológico. O tratamento psicológico pode auxiliar em todas essas questões.
3- “A criança não consegue fazer amizades, até a relação com familiares é difícil” Segundo a https://qualimedisaude.com.br/grupo_especialidades/psicologia/">psicóloga da QualiMedi Saúde, a timidez excessiva em uma criança pode indicar
indicar a necessidade de uma consulta. É necessário “compreender porque ela está com essa dificuldade, para que o desenvolvimento dos relacionamentos não seja tão desafiador e sofrido.”
4- Dificuldades alimentares “É comum, para crianças que enfrentam dificuldades internas, expressá-las na alimentação. Comer compulsivamente, comer muito pouco, provocar vômitos, ter uma constante insatisfação com o corpo, se achando gordo ou magro demais”.
5- “Ele não sabe lidar com o não” https://qualimedisaude.com.br/grupo_especialidades/psicologia/">Pohl ressalta que não saber aceitar o “não” pode ser falta de limites, o que trará dificuldades para a criança em lidar com frustrações e decepções, mas quando a reação da criança é sempre carregada de palavras ríspidas e quando ela é agressiva, pode indicar o TOD (Transtorno Opositivo desafiador).
6- Manias e fobias “estranhas” “Quase tudo que é em excesso pode ser preocupante. Entre as manias e fobias que classificamos como sinais da necessidade de um profissional, estão: roer unhas, arrancar fios de cabelo, contrações em determinados músculos, provocar machucados na pele, entre outros”, exemplifica a psicóloga.
7- “Vejo meu filho estudando, se esforçando, mas ele nunca vai bem na escola” “Cada criança tem seu tempo para aprender. Porém, se são tomadas atitudes para melhorar a aprendizagem e mesmo assim a criança não apresenta resultados melhores, pode ser um sinal de ansiedade, de angústia ou até mesmo de dislexia”, informa.
8- Agitação incontrolável “É só ver uma criança brincando, pulando, que muitas pessoas falam que ela tem TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). A agitação constante, o esquecimento, podem sim indicar o TDAH, mas também podem ser uma forma de chamar atenção dos pais devido às tristezas e angústias.”
Levantamento feito pela OMS (Organização Mundial da Saúde) revela que, atualmente, existem 350 milhões de pessoas com depressão no mundo. Cerca de 1% a 2% dos atingidos são crianças.
“A depressão e a ansiedade são os diagnósticos mais frequentes, mais divulgados e que mais preocupam os pais. Todos esses sinais, isolados ou até combinados, podem indicar essas doenças, assim como os outros transtornos citados”, finaliza a psicóloga Katherine Pohl.
Caso queira conhecer o atendimento humanizado da QualiMedi Saúde e/ou agendar uma consulta com a psicóloga Katherine Pohl, entre em contato.
Sobre a psicóloga Mestre em Psicologia, com ênfase em psicanálise e cultura. Aprovada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com a tese “A violência sexual na infância: uma leitura psicanalítica sobre o corpo”. Atuação na área clínica e social. Realiza psicoterapia psicanalítica de crianças e adultos, e tem experiência na intervenção em contextos de violência sexual, física e psicológica, vulnerabilidade social, acolhimento institucional e adoção.
